Bordô
Do vinho profundo ao rosa empoeirado, há uma escala inteira de feminilidade num só look. A monocromia tom sobre tom transforma o bordô em poesia.
Sobre este artigo
Toda cor tem uma família. O bordô, esse vinho denso e dramático, tem entre seus parentes mais próximos uma criatura delicada: o rosa antigo, o rosa empoeirado, aquele tom que parece um vinho lavado pelo tempo. E quando essas duas pontas da mesma escala se encontram num só look, nasce uma das paletas mais sofisticadas e femininas que existem — a monocromia tom sobre tom.
Não se trata de combinar duas cores diferentes. Tratase de vestir variações de uma única cor, do mais profundo ao mais suave, criando um degradê que envolve o corpo numa harmonia visual quase impossível de errar.
A graduação de tons: a anatomia do tom sobre tom
O segredo da monocromia bemfeita está em entender que o bordô e o rosa antigo são, essencialmente, a mesma cor em intensidades diferentes. O bordô é o vinho saturado, escuro, encorpado. O rosa antigo é esse mesmo vinho diluído, suavizado, empoeirado por uma névoa acinzentada que tira qualquer doçura excessiva.
Entre os dois extremos existe uma escala inteira: o marsala, o rosé profundo, o malva amadeirado. E é nessa escala que mora a beleza do look. Você não precisa de exatamente duas peças — precisa de uma transição.
Toda cor tem uma família. O bordô, esse vinho denso e dramático, tem entre seus parentes mais próximos uma criatura delicada: o rosa antigo, o rosa empoeirado, aquele tom que parece um vinho lavado pelo tempo. E quando essas duas pontas da mesma escala se encontram num só look,…
Não se trata de combinar duas cores diferentes. Tratase de vestir variações de uma única cor, do mais profundo ao mais suave, criando um degradê que envolve o corpo numa harmonia visual quase impossível de errar.
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